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	<title>Geral &#8211; LVG</title>
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	<description>Segurança Eletrônica</description>
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	<title>Geral &#8211; LVG</title>
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		<title>Setor de segurança eletrônica registra aumento nas vendas durante a pandemia</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Dec 2021 18:57:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Empresas do setor de segurança eletrônica registram aumento de até 22% nas vendas durante a quarentena; câmeras de segurança e cerca elétrica estão entre os produtos mais procurados (Guilherme Baffi 16/3/2021) Durante um ano difícil economicamente, o setor de segurança eletrônica foi um dos poucos que apresentou bom resultado em 2020. Em Rio Preto, enquanto [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Empresas do setor de segurança eletrônica registram aumento de até 22% nas vendas durante a quarentena; câmeras de segurança e cerca elétrica estão entre os produtos mais procurados (Guilherme Baffi 16/3/2021)</p>
<p>Durante um ano difícil economicamente, o setor de segurança eletrônica foi um dos poucos que apresentou bom resultado em 2020. Em Rio Preto, enquanto algumas empresas tiveram alta nas vendas, outras conseguiram manter o faturamento do período pré-pandemia — feito considerado positivo. É que, além dos tradicionais equipamentos para segurança residencial e empresarial, a procura por serviços inteligentes que atendem às regras sanitárias ajudaram a aquecer o setor.</p>
<p>Dados da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese) mostram que, de modo geral, a área de segurança eletrônica no Brasil registrou um crescimento de 13% nas vendas em 2020, em relação a 2019.</p>
<p>O número reflete também uma maior preocupação em evitar o contágio. Para minimizar as chances de transmissão do coronavírus, empresas e condomínios passaram a trocar a chave biométrica por fechaduras que não exigem contato, afirma o empresário Felipe Augusto da Silva, proprietário da FAS Segurança Eletrônica. &#8220;Muitos condomínios verticais, por exemplo, substituíram esses leitores por cartões ou equipamentos de leitura facial&#8221;, diz.</p>
<p>Mas isso não foi algo imediato. Nos primeiros meses após o início da pandemia a empresa chegou a registrar uma queda de 18% nas vendas. No mês de julho, o setor esboçou uma reação, influenciado pela reabertura do comércio e pela normalização do home office. Com isso, a empresa conseguiu equalizar os números. Já no fim do ano, com a liberação do 13º salário, o empreendimento registrou um aumento de 22% nas vendas. &#8220;Nos locais de uso coletivo, tinha a preocupação de não tocar nas coisas. Mas também houve procura por pessoas que montaram escritórios em casa e notaram que faltava segurança&#8221;.</p>
<p>A migração de pessoas de apartamentos para casas também influenciou o setor. Esse foi um movimento registrado após o início da pandemia, já que algumas famílias passaram a optar por ambientes mais espaçosos. Foi o caso do veterinário Breno Henrique Puerta, 28 anos, morador do bairro Boa Vista. Em busca de mais espaço, no final do ano passado, ele saiu de um apê para morar em uma casa. Foi quando veio a preocupação com a segurança. &#8220;Moro no bairro há dez anos e percebi um aumento na criminalidade&#8221;.</p>
<p>Para garantir mais tranquilidade, ele investiu em câmeras de segurança, cerca elétrica, alarme e vídeo porteiro (interfone com câmera). Além da segurança, o sistema integrado garante também maior praticidade, já que consegue acessar os dispositivos pelo celular. &#8220;Sem dúvida, dá mais tranquilidade. Se alguém toca o interfone, já vejo as câmeras&#8221;.</p>
<p>Variedade</p>
<p>O mercado de segurança possui diversas opções disponíveis para atender desde imóveis residenciais a estabelecimentos comerciais. Os preços podem ser variados, mas existem orçamentos que servem como base. Na empresa FAS, um kit de câmera de monitoramento é vendido em média por R$ 2,5 mil; a automatização do portão custa R$ 1,2 mil; a cerca elétrica fica em torno de R$ 2,4 mil. A concertina, uma cerca em formato espiral, mais reforçada, é vendida por R$ 2,9 mil. O orçamento leva em consideração uma casa em um terreno com medidas de 10 metros por 20 metros.</p>
<p>Com foco em monitoramento, a empresa Só Alarme registrou uma alta de 10% no faturamento em 2020, diz Marcelo Henrique Borges, diretor de operações. O recorde foi resultado de uma maior procura de clientes corporativos. &#8220;Foram esses clientes que continuaram consumindo. Aquele cara que tem mais de um local&#8221;.</p>
<p>Automação em alta</p>
<p>Para a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), a alta das vendas em 2020 é reflexo de um aumento da adesão de equipamentos como câmeras termográficas, videomonitoramento e portarias remotas. Tecnologias que auxiliam no cumprimento das regras sanitárias para diminuir a disseminação da Covid-19. &#8220;Ou seja, soluções que substituem o contato físico, uma demanda necessária durante o período pandêmico&#8221;, afirma Selma Migliori, presidente da associação.</p>
<p>Em 2020, a alta de 13% nas vendas superou as expectativas para o período, de 12%.</p>
<p>Ela explica que perfil dos clientes expandiu e os dispositivos inteligentes ganharam mais importância em diferentes setores. Selma cita como exemplos a telemedicina, a segurança no varejo, agronegócio e para serviços logísticos. &#8220;Todos esses eram clientes da segurança eletrônica em alguma medida, mas durante a pandemia consolidamos uma parceria vital para diferentes processos que, daqui para frente, vão se apoiar cada vez mais na tecnologia devido a rapidez, efetividade e custo-benefício&#8221;.</p>
<p>Expectativas 2021</p>
<p>Com o objetivo de sentir o nível de otimismo das empresas do setor, a Abese ouviu 385 profissionais de diversos segmentos da segurança eletrônica (indústria, distribuidores, desenvolvedores de software e prestadores de serviços). O estudo, realizado entre novembro de 2020 e janeiro de 2021, indica que o setor continua otimista: mais de 60% das empresas estimam um crescimento de até 15% em 2021. &#8220;Dentre os motores desse avanço, identificamos a manutenção dos mercados conquistados e a retomada das negociações interrompidas no último ano&#8221;.</p>
<p>O crescente interesse nas tecnologias, produtos e serviços de segurança eletrônica também acarretam na responsabilidade do uso dos dados e informações coletadas pelos dispositivos como imagens, impressões digitais. &#8220;A pandemia atrasou a entrada da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil. Contudo, estamos certos que veremos crescer as contratações de dispositivos e profissionais especializados em segurança de dados nos próximos dois anos&#8221;. (FN)</p>
<p>Fonte: https://www.diariodaregiao.com.br/</p>
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		<title>5 tendências de segurança Eletrônica para 2020</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2021 18:55:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Soluções em fechadura digital, cerca virtual, tecnologia IP, portaria virtual e sistema inteligente de reconhecimento de placas são fortes tendências para o mercado de segurança eletrônica em 2020. Confira mais informações sobre cada uma dessas tendências: 1- Fechadura digital : É a evolução das chaves e dos sistemas de digitação de senha manual. O acesso [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Soluções em fechadura digital, cerca virtual, tecnologia IP, portaria virtual e sistema inteligente de reconhecimento de placas são fortes tendências para o mercado de segurança eletrônica em 2020. Confira mais informações sobre cada uma dessas tendências:</p>
<p>1- Fechadura digital : É a evolução das chaves e dos sistemas de digitação de senha manual. O acesso a ambientes só é liberado se as impressões digitais (previamente cadastradas) forem reconhecidas.</p>
<p>2- Cerca Virtual: Aplicativo de segurança que atua como localizador via GPS, uma notificação é automaticamente enviada toda vez que o usuário sai da área de um perímetro pré-determinado. Pode ser utilizado em celulares, veículos e objetos de valor.</p>
<p>3- Tecnologia IP : Sistema de monitoramento de alta tecnologia e fácil instalação, uma câmera com tecnologia IP pode substituir até 4 câmeras analógicas. A estrutura de rede é completamente digitalizada, o que elimina gastos com instalação, manutenção e torna o processo mais rápido, moderno e seguro.</p>
<p>4- Portaria Virtual: Sistema de monitoramento remoto que amplia a segurança de prédios residenciais e comerciais e diminui os custos operacionais. Uma central remota monitora e controla o fluxo de entrada e saída de moradores, visitantes e entregas, através de câmeras de vigilância, portões remotos e sistemas de biometria.</p>
<p>5- Sistema Inteligente de reconhecimento de placas: O sistema reconhece placas de carro cadastradas no banco de dados da polícia. Caso a placa esteja vinculada a alguma atividade criminosa, o sistema emite um alerta automático para evitar invasões, sequestros ou crimes em andamento.</p>
<p>Fonte: https://abese.org.br/</p>
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		<title>Câmeras e alarmes são recursos para inibir furtos e roubos</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Nov 2021 18:53:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O sistema de monitoramento permite até visualizar imagens em tempo real de qualquer smartphone Você sabia que os furtos à residências ocorrem em maior número às segundas-feiras, das 6h ao meio dia? E que os roubos (quando há violência ou ameaça) acontecem na maioria das vezes aos sábados das 18h à meia-noite? Os dados são [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sistema de monitoramento permite até visualizar imagens em tempo real de qualquer smartphone</p>
<p>Você sabia que os furtos à residências ocorrem em maior número às segundas-feiras, das 6h ao meio dia? E que os roubos (quando há violência ou ameaça) acontecem na maioria das vezes aos sábados das 18h à meia-noite? Os dados são da Secretaria de Segurança Pública do Paraná e são relacionados ao primeiro trimestre deste ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para não ter que se preocupar tanto com dados como esse, uma alternativa é contratar uma empresa de monitoramento de câmeras e alarmes. Com a evolução da tecnologia, atualmente as melhores empresas trabalham com câmeras night/day (que se ajusta ao horário do dia) e acompanhamento das imagens em tempo real pelo computador ou smartphone.</p>
<p>Análise minuciosa</p>
<p>Mas, engana-se quem pensa que é apenas instalar algumas câmeras e está tudo ok. As empresas profissionais fazem uma avaliação de riscos do local. Com isso, registram os pontos vulneráveis, aumentando a segurança e diminuindo a possibilidade disparos falsos. Quem explica é o Grupo Intersept, que tem mais de 20 anos de experiência em segurança.</p>
<p>Na prática, há uma central de monitoramento que funciona 24 horas por dia em todos os dias da semana. O sistema de segurança eletrônica é composto por um botão de pânico (silencioso) e sensores de movimentos que emitem um sinal de disparo ao serem ultrapassados. A central então verifica se há necessidade de atendimento com deslocamento da equipe tática.</p>
<p>Quando há suspeita de invasão, o serviço de monitoramento e gravações de imagens passa a transmitir em tempo real. Vale reforçar que as imagens da Intersept ficam arquivadas nos servidores por até sete dias. E o cliente pode ter acesso à elas – inclusive em tempo real &#8212; através do computador ou smartphone. Hoje, com a tecnologia, o circuito fechado de TV digital permite o acompanhamento de centenas de câmeras, o que eleva o padrão de segurança.</p>
<p>O sistema também inibe furtos, pichadores e depredadores. Outra vantagem, principalmente para empresas e condomínios, é que o sistema monitora as práticas de segurança promovidas por moradores e funcionários.</p>
<p>Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/</p>
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		<title>Sua empresa adota a segurança como uma estratégia de negócio? Deveria!</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2021 18:52:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#160; Ainda vivemos em um mundo retrógrado quando o assunto é o investimento na área de segurança das corporações. Somente quando se instala o caos, após alguma grande perda tangível ou intangível, ou quando se fala nos impactos, é que as marcas, então, resolvem investir na prevenção. Temos uma cultura reativa, mas cabe ressaltar que [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda vivemos em um mundo retrógrado quando o assunto é o investimento na área de segurança das corporações. Somente quando se instala o caos, após alguma grande perda tangível ou intangível, ou quando se fala nos impactos, é que as marcas, então, resolvem investir na prevenção. Temos uma cultura reativa, mas cabe ressaltar que dependendo do dano e da exposição, pode ser um caminho sem volta ou de longo período para recuperação.</p>
<p>Ao invés de tratar a segurança como custo, é interessante vê-la por outro prisma: em valor gerado. Políticas de segurança bem desenhadas, normativas de fácil entendimento e execução e proteção às informações são pontos que podem ser desenvolvidos dentro das corporações.</p>
<p>Diante de cenários cada dia mais desafiadores, evitar perdas é uma grande vantagem competitiva. Há inúmeros exemplos de exposição e perdas, inclusive com perdas de vidas. Em janeiro de 2019 o mundo se chocou quando a imprensa noticiou um dos maiores desastres ambientais do século, ocorrido na cidade de Brumadinho, no estado de Minas Gerais, onde 270 pessoas perderam suas vidas após uma barragem se romper. As investigações indicaram que os riscos haviam sido sinalizados, então podemos entender que essas mortes poderiam ter sido evitadas.</p>
<p>Naturalmente pensamos como podemos minimizar os riscos de sermos os próximos expostos na mídia, com prejuízo financeiro e ter a marca depreciada por investidores e sociedade. A princípio, a comunicação é um ponto importante a ser trabalhado e os treinamentos, que devem fazer parte das rotinas das equipes, precisam ser respeitados e acompanhados por uma séria política de consequências, assim como a área de segurança precisa estar presente e atenta sobre toda a operação. Tecnologias podem e devem ser utilizadas não somente para identificar pequenos furtos, assim como as imagens precisam ser analisadas sob a ótica da evolução dos processos, da garantia de qualidade, das correções necessárias e de investigações em casos de incidentes ou acidentes que podem ocorrer independente de falhas humanas.</p>
<p>Na cadeia logística, por exemplo, a prevenção se inicia na área comercial, no momento de cadastros de clientes, passando pela roteirização de frotas, controle de entregas, treinamentos em equipes de distribuição, monitoramento ativo e relações institucionais, incluindo recursos adicionais caso seja necessário para alcançar alta performance. Percebam que a segurança deixou de ser um grupo de homens armados ou não, voltados a fazer a proteção de instalações e controles de acesso ou contenção de distúrbios, evoluindo para a contribuição da expansão de mercado, do ambiente seguro e da blindagem da marca, entre outros potenciais ganhos.</p>
<p>Uma cultura de segurança nas organizações comprovadamente apresenta resultados diferenciados, vantagem competitiva e reduz a possibilidade de fraudes, sabotagem, acidentes e incidentes. A sociedade, por sua vez, adota uma postura e exige ilibada conduta de empresas de produtos e serviços demonstrando uma consciência ética. O consumidor não aceita e rejeita empresas com processos e condutas duvidosas.</p>
<p>Assim, diante das atuais exigências do mercado, a segurança é um custo? Caso seu pensamento ainda seja sim, devo aqui escrever o que Sam Walton, fundador da rede varejista Walmart, sabiamente discursou: “clientes podem demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em algum outro lugar”.</p>
<p>Por fim, é necessário que se entenda e reconheça a importância da segurança disruptiva. Os jeitinhos já não têm mais espaço dentro das corporações e contar com a sorte pode custar caro. Regras existem para serem cumpridas e caso as normas não atendam às necessidades, não é motivo para descumpri-las, mas sim de revê-las. As empresas que não entenderam a verdadeira importância da segurança em seus processos, assumem grandes riscos de serem manchetes de jornal, porém de maneira negativa.</p>
<p>Fonte: https://revistasegurancaeletronica.com.br/</p>
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		<title>Reconhecimento facial deve movimentar R$ 50 bilhões em 2022</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2021 18:48:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A demanda global por sistemas de reconhecimento facial foi impulsionada pelo aumento com a preocupação da higiene sanitária. O mercado, que registrou um faturamento de US$ 3,78 bilhões (cerca de R$ 21 bilhões) em 2020, deve movimentar US$ 9,6 bilhões (R$ 53 bilhões) em 2022, de acordo com relatório da Allied Market Research. A implementação [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A demanda global por sistemas de reconhecimento facial foi impulsionada pelo aumento com a preocupação da higiene sanitária. O mercado, que registrou um faturamento de US$ 3,78 bilhões (cerca de R$ 21 bilhões) em 2020, deve movimentar US$ 9,6 bilhões (R$ 53 bilhões) em 2022, de acordo com relatório da Allied Market Research.</p>
<p>A implementação da tecnologia tem sido limitada pelos altos custos e baixa precisão. No entanto, os avanços tecnológicos, em especial a integração com Inteligência Artificial (IA) e os serviços baseados em nuvem, poderão resolver o gargalo do setor e proporcionar uma rápida expansão nos próximos anos.</p>
<p>A biometria facial apresenta vantagens como ausência de contato físico e fácil implantação. Por isso, é a tecnologia biométrica mais usada para fins de segurança e de marketing, sendo utilizada tanto pelo setor público quanto pelo setor privado.</p>
<p>Usos do reconhecimento facial</p>
<p>O uso do reconhecimento facial está bem difundido na América do Sul. Segundo levantamento da Surfshark, 92% dos países utilizam a tecnologia. No Brasil, diversas forças de segurança pública, como a da Bahia, utilizam câmeras integradas com biometria facial para localizar e prender suspeitos.</p>
<p>A aplicação da tecnologia para garantir a segurança também está presente em condomínios residenciais. “O reconhecimento facial é um produto muito procurado atualmente por conta do receio de moradores e visitantes em tocar nos interfones” afirma Thiago Paulo, COO da Winker. O sistema, além de dar acesso a moradores e visitantes, também pode verificar o uso correto de máscaras e acompanhar o que as pessoas estão fazendo nas áreas comuns.</p>
<p>O reconhecimento facial também está sendo utilizado por grandes empresas e startups financeiras na automatização de processos bancários, como abertura de conta e análise de crédito e para agilizar o pagamento em estabelecimentos comerciais.</p>
<p>“Essa análise das imagens, antes feita através do olho humano, agora é validada por meio de um drive de acuracidade”, explica Thiago de Assis, CEO da Stoque. A startup Payface, por exemplo, usa a tecnologia para dispensar a necessidade de apresentar cartão, diminuir filas e evitar o contato físico nos supermercados Angeloni, em Florianópolis (SC), e Super Muffato, em Londrina (PR), além da Drogaria Iguatemi, em São Paulo (SP).</p>
<p>Fonte: https://revistasegurancaeletronica.com.br/</p>
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